sábado, 18 de outubro de 2014
Da série das indignações
Eu fico incrédula as vezes diante de tanta busca pela perfeição idealizada na beleza. As vezes gostaria de lembrar as pessoas que não há photoshop na vida real, e a vida é consumida aqui fora... Com imperfeições na pele, gordurinhas, roupa repetida mesmo.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Hello October!
"A vida é uma grande e eterna mensagem visualizada e não respondida."
Acabei de abrir uma rede social e essa frase estava escancarada na minha página. Ironia ou não, amanhã comemoro 23 primaveras...com textos e mais textos visualizados e não respondidos.
Hoje em dia é mais fácil aceitar isso, consigo olhar com mais leveza e menos pesar sobre o "leite derramado".
Mês de setembro sempre parece um carma na minha vida, e esse ano não foi diferente: descobri que tenho problemas renais há muitos km de casa, fui parar na emergência com um médico que fez o diagnóstico todo errado, quase bati o carro, entre outros mil pormenores que me acontecerem.
Chega a dar um alívio quando viro a página do calendário, e esses últimos 12 meses foram intensamente diferentes dos anos passados, todos regados a muita superação.
Tudo bem, é uma nova fase... assim como minha vida teve outros tombos, mas esse foi diferente. Provei para mim mesma que eu sou mais forte do que penso, enfrentei diversos desafios e cá estou eu, jurando coisas novas, sonhando mais alto.
Obrigada Deus por permitir tudo isso, obrigada meu anjo da guarda por me carregar tantas vezes, me arrastar para longe da tristeza.
Quando bater o sino, será tempo de permitir-se!
Acabei de abrir uma rede social e essa frase estava escancarada na minha página. Ironia ou não, amanhã comemoro 23 primaveras...com textos e mais textos visualizados e não respondidos.
Hoje em dia é mais fácil aceitar isso, consigo olhar com mais leveza e menos pesar sobre o "leite derramado".
Mês de setembro sempre parece um carma na minha vida, e esse ano não foi diferente: descobri que tenho problemas renais há muitos km de casa, fui parar na emergência com um médico que fez o diagnóstico todo errado, quase bati o carro, entre outros mil pormenores que me acontecerem.
Chega a dar um alívio quando viro a página do calendário, e esses últimos 12 meses foram intensamente diferentes dos anos passados, todos regados a muita superação.
Tudo bem, é uma nova fase... assim como minha vida teve outros tombos, mas esse foi diferente. Provei para mim mesma que eu sou mais forte do que penso, enfrentei diversos desafios e cá estou eu, jurando coisas novas, sonhando mais alto.
Obrigada Deus por permitir tudo isso, obrigada meu anjo da guarda por me carregar tantas vezes, me arrastar para longe da tristeza.
Quando bater o sino, será tempo de permitir-se!
domingo, 14 de setembro de 2014
sábado, 30 de agosto de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Tem mendigo batendo na minha porta, tem jornalismo barato fazendo sensacionalismo na minha TV, tem adolescente achando que tem problemas [e expondo todos eles no melhor estilo "vergonha alheia"] nas minhas redes sociais. Tenho tanto "papo cabeça" por dia que eu sinto falta das minhas infantilidades, tem cabeça rolando do meu lado. E eu? Eu tento ficar aqui na minha muralha, me esquivando das bombas do dia, num samba danado... E pensar que eu tirava minha bolha do armário por muito menos.
domingo, 27 de julho de 2014
Hoje foi dia de levantar da cama na metade da tarde, organizar os espaços da casa, um a um, como se estivesse tentando organizar minha vida, depois sair por aí sem rumo, como se precisasse tomar um ar da minha rotina.
As quatro paredes que me rodeiam, as vezes também me sufocam, e essa a sensação que tenho nos últimos meses: sufoco.
As quatro paredes que me rodeiam, as vezes também me sufocam, e essa a sensação que tenho nos últimos meses: sufoco.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
O mesmo disco, a mesma voz, o rosto envelhecido... Tem linhas de expressão no canto do meu olho, tem uma faixa escura em baixo deles. É hora de encarar os fatos, não tem volta.
Eu tive a chance de fazer tudo diferente, e minha cabeça embaraçosa me permitiu apenas flutuar de um lado para o outro.
Tenho que admitir que é estranho não ter uma âncora, e agora eu aprendi (da forma mais dolorosa) que definitivamente quem tem muitos lugares não tem nenhum, assim como quem muito considera é o mais fácil a ser desconsiderado.
Eu ando meio assim nos últimos dias... Coração apertado, olhos cheios de lágrima.
Nunca pensei que exalasse tanta ausência, tanto desleixo. É como se eu tivesse que pedir desculpas por preferir uma vida sem tantas frescuras, sem tanta "ostentação".
Eu tenho saudades dos sorrisos humildes que me rodeavam, dos abraços apertados, da lealdade...
Eu tive a chance de fazer tudo diferente, e minha cabeça embaraçosa me permitiu apenas flutuar de um lado para o outro.
Tenho que admitir que é estranho não ter uma âncora, e agora eu aprendi (da forma mais dolorosa) que definitivamente quem tem muitos lugares não tem nenhum, assim como quem muito considera é o mais fácil a ser desconsiderado.
Eu ando meio assim nos últimos dias... Coração apertado, olhos cheios de lágrima.
Nunca pensei que exalasse tanta ausência, tanto desleixo. É como se eu tivesse que pedir desculpas por preferir uma vida sem tantas frescuras, sem tanta "ostentação".
Eu tenho saudades dos sorrisos humildes que me rodeavam, dos abraços apertados, da lealdade...
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