domingo, 4 de julho de 2010
the end.
Me embrulha o estômago toda vez lembro do que eu já fiz pra fugir do tédio e do medo, e no fim o medo sempre foi de ficar sozinha, sempre! No último ano mudei tanto que as vezes tenho medo até do que vejo no espelho, não foi pra pior, eu sei que não... mas não me reconheço mais, a essência é a mesma, travestida de tantos jeitos diferentes que é difícil me lembrar do que eu era. O pior de tudo é que em toda cena de fuga, o que surge é a lembrança da corda pendurada no andar de baixo, e a certeza de que tudo podia ter acabado. Um fim à alguns passos, e o que sempre manteve essa distância foi a falta de coragem, se alguma dia ela chegar, o que estão contados são os meus suspiros.
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