domingo, 18 de março de 2012
Estranho é abrir uma caixa e ver que são só retalhos de uma brecha de alegria no meio de tanta falsidade, tanta desilusão... É tanta bipolaridade, que meu sorriso anda bailando com a maluquisse pelas esquinas da vida, e no outro instante eu estou com a cara fechada e amarrada à preguiça de viver, de ser feliz... de ainda ter ânimo para procurar um motivo para desejar bom-dia ao sol. Enquanto isso eu continuo abrindo a caixa para reencontrar quem deixei preso lá dentro, num momento bom... pra sempre.
quinta-feira, 1 de março de 2012
?
Hoje eu enxuguei de novo as lágrimas, engoli e o choro e tentei entender o que vai se passando. Eu me sinto tão platéia da própria vida as vezes que me decepciono... Mas outras tantas vezes eu só queria ficar no meu banquinho, no canto da calçada, ver o que se passa pela rua do destino, e eles insistem em querer me arrancar dali, custa tanto assim?! Custa tão caro assentir com alguma coisa? Sei que chegou um ponto que tanto faz, tá mais fácil tirar o meu banco da calçada e ir embora de vez...
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