quinta-feira, 27 de setembro de 2012


Retratos de uma vida floresteira...



sábado, 22 de setembro de 2012

[Vento, ventania...]

Eu queria sentir pena de mim mesma, mas não sinto mais. Me sinto uma árvore de ipê que deixa o vento levar todas as suas folhas no outono, um a um dos meus planos foram se esvoaçando pelo tempo, deixando só um vazio enorme aqui dentro, me deixando desprotegida... Como eu queria que as flores tivessem substituído as folhas secas e sem vida. Mas bem, elas não vieram, e o que sobrou foi uma vontade imensa de desaparecer, voar com o vento também... é o fim do ciclo.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

É tão difícil entender, mas tanto... Eu tô tentando mudar, juro que sim, mas eu me assusto. Me assusto porque estou no meio do caminho ainda, me sinto em cima da ponte no meio do rio, eu tive coragem para atravessá-la, mas o outro lado me parece tão longe, que tantas vezes eu acho que um salto resolveria tudo aqui dentro.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Só de vez em quado eu odeio essa minha mania de tentar entender todos os lados do fato. A verdade é que mesmo sem intenção as pessoas magoam, e acabo engolindo todos os "deslizes" dos outros, tentando ser forte o suficiente para encarar os fatos.
Quem dera eu pudesse pular essa fase de aprendizado, ou sou criança pra achar que tudo é errado ou adulta pra suportar. Esse meio termo me mata, eu não suporto e entendo ao mesmo tempo.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Jump?

Há dias que não tem capsulas da felicidade, sorrisos amigos, nem nada que arranque a tristeza da minha cara. Tem dias que se eu pudesse escolher matar ou morrer, eu morreria sem culpa, sem pena de mim mesma. Hoje eu li o horóscopo mais completo sobre mim, e a  [falta de] surpresa... é tão desinteressante, assim como meu ânimo. Quem dera se eu conseguisse não pensar neles, por um minuto e terminasse tudo de um jeito mais rápido.

domingo, 18 de março de 2012

Estranho é abrir uma caixa e ver que são só retalhos de uma brecha de alegria no meio de tanta falsidade, tanta desilusão... É tanta bipolaridade, que meu sorriso anda bailando com a maluquisse pelas esquinas da vida, e no outro instante eu estou com a cara fechada e amarrada à preguiça de viver, de ser feliz... de ainda ter ânimo para procurar um motivo para desejar bom-dia ao sol. Enquanto isso eu continuo abrindo a caixa para reencontrar quem deixei preso lá dentro, num momento bom... pra sempre.

quinta-feira, 1 de março de 2012

?

Hoje eu enxuguei de novo as lágrimas, engoli e o choro e tentei entender o que vai se passando. Eu me sinto tão platéia da própria vida as vezes que me decepciono... Mas outras tantas vezes eu só queria ficar no meu banquinho, no canto da calçada, ver o que se passa pela rua do destino, e eles insistem em querer me arrancar dali, custa tanto assim?! Custa tão caro assentir com alguma coisa? Sei que chegou um ponto que tanto faz, tá mais fácil tirar o meu banco da calçada e ir embora de vez...