Ciclos tornando-se linhas do tempo, finitas; números inteiros; sentir-se por inteiro.
Passei tanto tempo andando em círculos, procurando coisas diferentes nos mesmo lugares.
terça-feira, 5 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Stop!
Conclusão de uma sexta-feira na companhia do frio e de uma barra de chocolate: as lágrimas de uma semana atrás lavaram minha alma, fato! Um mês foi pouco para o tanto de coisas que aconteceram, as lições que tomei serviram para um bom tempo na minha própria companhia... Só que tem coisas que precisam acontecer: um pseudo pé na bunda, um foda-se no trabalho, um foda-se pro ex. Agora é levantar a cabeça, passar uma borracha nisso tudo e traçar novos objetivos, até lá, eu vou tirar a prova se eu realmente sei ser feliz sozinha.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
"Deixa o sol entrar..."
Hoje cheguei mais cedo, limpei a vidraça pra ver melhor o sol. Algo me diz que é disso que estou precisando, sentar de frente pro sol sem destorcer nada, cara a cara com os fatos. Fiz uma oração dia desses pedindo luz, mas eu que fugi dela... E agora estou aqui, me apaixonando cada vez mais por aquilo que decidi fazer da minha vida, procurando em qualquer canto uma nova motivação pra perpetuar esse sorriso, pelo menos pelos próximos meses, quando o sol se for e vier o vento e o frio me fazer companhia!
sábado, 1 de janeiro de 2011
Happy new year?
Dessa vez eu não desejei nada, nunca tive pensamentos tão vazios, tão vulneráveis a nada e a tudo ao mesmo tempo. Pela primeira vez dei um abraço apertado a quem realmente desejava que o ano que chegou seja cheio de vida, nada de sorrisos falsos ou votos vagos. Chega de acreditar em coisas 'impossiveis', acho que chegou a hora de dar a cara a tapa se for preciso para ver acontecer o que realmente interessa, o que precisa acontecer. De alma lavada, mais um ano de experiências diferentes nas costas, lá vou eu outra vez!
sábado, 27 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
"Aponta para a fé e rema... "
Eu tive que rir lendo minhas próprias postagens, cada uma escrita pelos mesmos punhos, em estado de espiríto totalmente diferentes, eu vi tantas de eu mesma transcrita que me assustei.
Mas só voltei aqui porque olhei pela janela e o presente de verão dessa nova cidade chegou, o pôr-do-sol mais lindo do mundo voltou a se esconder de maneira risonha e encantadora. Eu sei que estas ultimas palavras soam como meios de texto de primário, porém é a forma como encontro de descrevê-lo. Mesmo sem um mar abaixo, sem nenhum aglomerado de moléculas de água para se espelhar ele sabe ter um brilho diferente... E é nisso que preciso me agarrar cada vez mais, saber que eu ainda consigo chegar lá, que a depressão é passageira, mas que o sorriso precisa ser permanente. Parei de roer unhas, me apaixonei pelos solos, mudei o quanto pude minha rotina, e vou continuar mudando, parece bizarro... mas eu ainda vou brilhar do meu jeito, como o sol!
Mas só voltei aqui porque olhei pela janela e o presente de verão dessa nova cidade chegou, o pôr-do-sol mais lindo do mundo voltou a se esconder de maneira risonha e encantadora. Eu sei que estas ultimas palavras soam como meios de texto de primário, porém é a forma como encontro de descrevê-lo. Mesmo sem um mar abaixo, sem nenhum aglomerado de moléculas de água para se espelhar ele sabe ter um brilho diferente... E é nisso que preciso me agarrar cada vez mais, saber que eu ainda consigo chegar lá, que a depressão é passageira, mas que o sorriso precisa ser permanente. Parei de roer unhas, me apaixonei pelos solos, mudei o quanto pude minha rotina, e vou continuar mudando, parece bizarro... mas eu ainda vou brilhar do meu jeito, como o sol!
sábado, 30 de outubro de 2010
"Eu vou embora, hora de me mandar!"
Borboletas no estômago outra vez, inquieta, com medo de tudo.
Enquanto eles jogavam bola e elas cuidavam das suas casinhas eu falava com seres imaginários, era atriz, vivia em castelos da idade média e sonhava que até eu crescer a moda dos vestidos de época que eu via nas novelas voltasse na moda, desejava baixinho que não me mandassem brincar com ninguém, eu sempre fui egoísta, não suportava a idéia de didivir com eles meus planos de fugas, nem minhas sopinhas de massa corrida que sobrava das reformas. Eu vivi tanto tempo no meu mundo paralelo que esqueci de crescer, esqueci que o mundo girava, esqueci de ver que à minha volta tudo se transformava... O tempo passava e me conformava com a idéia que eu sempre seria o patinho feio no meio dos cisneis, mas dessa vez foi tudo diferente, meu desespero é o espelho na casa ao lado. O tempo passou, o mundo paralelo teve que se encontrar com o real, e eu não quero ver o fim lógico de tudo isso. Eu só queria me trancar na garagem outra vez, me travestir de sonhos e não ligar pra nada, nunca mais...
Enquanto eles jogavam bola e elas cuidavam das suas casinhas eu falava com seres imaginários, era atriz, vivia em castelos da idade média e sonhava que até eu crescer a moda dos vestidos de época que eu via nas novelas voltasse na moda, desejava baixinho que não me mandassem brincar com ninguém, eu sempre fui egoísta, não suportava a idéia de didivir com eles meus planos de fugas, nem minhas sopinhas de massa corrida que sobrava das reformas. Eu vivi tanto tempo no meu mundo paralelo que esqueci de crescer, esqueci que o mundo girava, esqueci de ver que à minha volta tudo se transformava... O tempo passava e me conformava com a idéia que eu sempre seria o patinho feio no meio dos cisneis, mas dessa vez foi tudo diferente, meu desespero é o espelho na casa ao lado. O tempo passou, o mundo paralelo teve que se encontrar com o real, e eu não quero ver o fim lógico de tudo isso. Eu só queria me trancar na garagem outra vez, me travestir de sonhos e não ligar pra nada, nunca mais...
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